terça-feira, 4 de dezembro de 2012





Quadro do pintor Luís Dourdil (1967)





As palavras são seres vivos: escondem-se com medo nas bocas das pessoas e voam desejosas de liberdade pelo vento fora, necessitadas de espaço e à espera que os outros as transformem em música. Mimam e magoam. São exigentes. Mas é delas que dependemos como um vício. Tocamos nas palavras e sentimos um frémito de ternura, como quando o violino chora por aí. Em português.






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