terça-feira, 24 de setembro de 2013







Desta vez tudo parece estranho. Como tudo se repetisse de novo e como este patamar da vida fosse um déjà vu irrealista. Retrocedo para aqueles dias onde tudo era novidade e, agora, tudo parece já ter um termo de comparação: os amigos revisitaram-me, as escapadelas abriram-se, as rotinas ecoaram, o olhar ficou vazio outra vez e as plantas, no jardim, voltaram a estar à minha espera.
Só o terreno é outro e, no outro, a paixão secou! Só o lar é outro, e, nesse, o fogo não mais queimou! 
Tenho agora mais quatro mãos nas minhas mãos - e isso, o amor não apagou!
Conservo apenas o beijo do sol que me aquece todos os dias e me abraça, naquela meiguice tão espontânea que em vez de me bronzear, estonteia...










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