Eu não sou poeta de coisas simples. Não faço poesia rigorosa e depurada. Já passou o tempo da poesia e da paixão. Agora, escrevo linhas de palavras que parecem poesia e encanto-me com gestos simples como se estivesse apaixonada. Eu não faço parte das tertúlias dos poetas nem das hordas de apaixonados virtuais. Agora, derramo nos textos excertos de carícias e de amor retardado que não mais vai ser usado,... por defeito e por falta de quórum!
Também não sou poeta de coisas complicadas: não teço considerações ébrias requintadas de estilo. Não consigo ver-me desesperadamente sôfrega por amores desvairados e por outros que nunca chegarão.
Sou apenas escrevente da alma, feminina que seja, incompleta que fui, retraída que sou.
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